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A presidente Sílvia Zarif abriu agora há pouco a Mostra de Artes Comemorativa do IV Centenário, que reúne, no Átrio do TJ, 41 telas, duas esculturas e duas fotografias de artistas baianos. A exposição fica aberta ao público das 9 às 17 horas até 9 de outubro.
Em seu pronunciamento, o presidente da Comissão Organizadora do IV Centenário, desembargador Antônio Pessoa Cardoso, elogiou as ações da Secretaria de Ação Social, destacando os eventos comemorativos do IV Centenário como uma forma de, através da cultura, “mostrar que aqui nasceu o Judiciário”. Ele também ressaltou o trabalho dos artistas, que “com um pincel e tinta conseguem dizer algo sobre a Justiça e a história do tribunal”.
As pinturas, em acrílico sobre tela, em sua maior parte evocam a iconografia da Justiça – a balança, a espada e a deusa cega da Justiça, que porta estes dois instrumentos.
A pintura sem título do artista Guache Marques invoca a memória da Justiça baiana através dos manuscritos do Tribunal da Relação, representados ao fundo do brasão do TJ.
Já o pintor Raimundo Noé de Oliveira Silva, em tela também sem título, retrata as diversas fases da Justiça nas relações de troca entre os indivíduos.
Entre as esculturas destaca-se “A chegada da Justiça na Bahia”, de Ana Carvalho, que retrata a chegada dos primeiros desembargadores ao Tribunal da Relação do Estado do Brasil, em 1609, guiados pela deusa da Justiça.
Estiveram presentes o 2º vice-presidente do TJ, desembargador Jerônimo dos Santos, a corregedora das Comarcas do Interior, desembargadora Maria José Sales Pereira, e os desembargadores José Cícero Landin Neto, Abelardo Virgínio de Carvalho, Maria da Purificação da Silva, Anísio Borges, Raimundo Queiroz, Eleonora Cajahyba, Vanderlin Nogueira, o cônsul de Portugal na Bahia, João Sabido Costa, o juiz federal Carlos D´Ávila, representando o juiz diretor do foro da Seção Judiciária da Bahia da Justiça Federal, juízes, servidores, artistas e convidados.