Representantes dos Tribunais de Justiça e Regionais Eleitorais da Bahia, Sergipe e Paraíba e da 6ª CJM e dos Tribunais Regionais do Trabalho das 5ª, 20ª e 13ª regiões estarão reunidos em Salvador, dia 3 de novembro, no Encontro Regional do Judiciário. Idealizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será aberto às 8:30h, no Tribunal de Justiça, dando prosseguimento ao Encontro Nacional do Judiciário, realizado em agosto.
Durante as sessões, os Tribunais mostram seus projetos de planejamento e gestão, divulgam ações empreendidas que impliquem melhoria do Judiciário e da prestação jurisdicional, tratam das metas nacionais em desenvolvimento e criam rede de metas nacionais e locais. As boas práticas de gestão e planejamento apresentadas serão compiladas para inserção no Relatório Anual do CNJ de 2008, a ser enviado ao Congresso Nacional.
O CNJ, que terá dois conselheiros participando do encontro, pretende conhecer a atual situação das metas nacionais em desenvolvimento, referentes ao “Conciliar é Legal”, aos Núcleos de Gestão e Estatística e à implantação das Tabelas Unificadas, e identificar de que maneira o Conselho pode auxiliar o Tribunal a implantar mais celeremente essas metas.
A realização do encontro atende a uma idéia de planejamento de ações nacionais do Judiciário, numa integração entre os Tribunais e o Conselho Nacional de Justiça e dentro do contexto de análise da política de indicadores que orientam os relatórios anuais do “Justiça em Números”, coordenado pela Comissão de Estatística e Gestão Estratégica do Conselho.
Entre outras pautas sugeridas pelo CNJ estão política de planejamento de gestão administrativa e de documentos, metodologia padronizada de gerenciamento do trâmite processual da atividade do cartório judicial e do gabinete do juiz, política de tecnologia de informação (informática, processo eletrônico e certificação digital) e sistemas judiciais ou administrativos que estão sendo desenvolvidos pelo Tribunal, projetos de capacitação de recursos humanos, três práticas de sucesso que possam ser replicadas em outras unidades judiciárias e duas ou três áreas prioritárias em que o CNJ poderia auxiliar o Tribunal.