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A conselheira do CNJ Morgana Richa apresentou hoje à tarde a desembargadores e juízes o Programa Integrar, com o qual se pretende modernizar e melhorar a prestação dos serviços da Justiça no País. No caso da Bahia, os trabalhos serão centrados nas rotinas cartorárias, a principal demanda detectada pelo projeto.
Ela fez uma análise da Justiça no Brasil, inclusive do distanciamento e da falta de compreensão da sociedade para com o trabalho do judiciário. Detalhou o papel do CNJ, ressaltando a responsabilidade que magistrados e servidores têm na premissa de promover a paz social e atender a todos, especialmente as parcelas mais carentes da população. O Programa Integrar, afirmou a conselheira, é uma das propostas do CNJ para ajudar os tribunais estaduais a superar dificuldades.
A parte operacional do programa foi apresentada pela coordenadora, a juíza Maria da Conceição da Silva, que ao final respondeu a perguntas e tirou dúvidas dos magistrados.
A corregedora-geral, desembargadora Telma Britto, destacou o “salto de qualidade da Justiça baiana, que, sem as condições ideais, fez subir de 53 mil em 2007 para 220 mil em 2009 o arquivamento de processos que abarrotavam os cartórios”.
A presidente Silvia Zarif , que presidiu a sessão, falou do grande avanço tecnológico do Tribunal na atual gestão e no esforço feito para a capacitação de magistrados e servidores. Lembrou que cerca de 20 projetos em Tecnologia da Informação estão sendo implantados e do pedido feito por ela ao ministro Gilmar Mendes, presidente do CNJ, para ajudar a Bahia na tarefa de capacitar pessoal ante a nova realidade. O 2º vice-presidente, desembargador Jerônimo dos Santos, e outros desembargadores participaram da sessão.