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A presidente Sílvia Zarif, ao abrir na manhã de hoje, terça (10), a primeira reunião da Comissão Organizadora das Comemorações do IV Centenário do Tribunal de Justiça da Bahia após a sessão solene do último sábado, sugeriu a criação de um museu, ou memorial, do Poder Judiciário, que deverá ser inaugurado até o final do ano na própria sede do TJ.
A proposta da desembargadora é reunir um acervo que registre todo o material gerado pelos eventos das comemorações do IV Centenário, além de outros documentos, esculturas, fotografias e objetos que contem a história do Tribunal. Segundo ela há muitas pessoas que desejam fazer doações, mas temem que o material doado não tenha a destinação correta, ou não seja conservado. “Temos comarcas que possuem verdadeiras preciosidades”, ressaltou a presidente.
Todos os presentes acolheram a sugestão, especialmente o desembargador Antônio Pessoa Cardoso, presidente da Comissão de Memória, que se disse satisfeito com a proposta que é um antigo anseio dele.
Em seguida foram discutidos a publicação, no fim do ano, de um livro com registro das comemorações, que está sob responsabilidade da Comissão de História. Discutiu-se, também, os seminários, palestras e cursos, que serão realizado até dezembro, além do roteiro da exposição itinerante. A mostra que será aberta em Salvador pelo presidente do STF e CNJ, ministro Gilmar Mendes, percorrerá dez capitais brasileiras e vai também a Lisboa.
Na próxima reunião plenária da comissão, marcada para o dia 17, às 8:30h, na Sala de Convívio, todas as sub-comissões apresentarão propostas de trabalho.
Participaram da reunião, além da presidente do Tribunal, a desembargadora Maria da Purificação; o chefe de gabinete do governador, Fernando Schimidt; o cônsul de Portugal, João Paulo Sabido da Costa; o representante da Defensoria Pública, Clériston Macedo, o desembargador Justino Teles e o Procurador Geral de Justiça, Lidivaldo Britto.