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O pastor da Igreja Batista Arvoredo Antônio dos Santos Barbosa (à direita) e o padre da Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Salvador, Filip Jacques Cromheecke, respectivamente, presidente e vice-presidente do Conselho da Comunidade para Assuntos Penais da Comarca de Salvador, estiveram no Mutirão Carcerário do Tribunal, no final da manhã de hoje (25), acompanhando os trabalhos, para dar retorno aos presos das unidades penais de Salvador.
Os representantes do Conselho foram recebidos pelo juiz corregedor Cláudio Daltro, que coordena os trabalhos do mutirão juntamente com o juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, designado pelo CNJ, a juíza da Vara de Execuções Penais Adremara dos Santos, e o juiz auxiliar da Vara de Execuções Penais, José Carlos Rodrigues. Ficou definido que o pastor Antônio e o padre Filip Cromheecke enviarão uma lista para o mutirão, aos cuidados do juiz corregedor Cláudio Daltro, de casos que precisam ser acompanhados com mais cuidados.
O padre Filip Cromheecke cita como exemplo guias de recolhimento que foram enviadas pelos detentos para as comarcas indevidas. “Há presos que são de uma comarca no interior, mas encaminharam a guia de recolhimento para a de Salvador, criando problemas de ordem burocrática”, esclarece.
O reexame dos processos da Vara de Execuções Penais será iniciado na primeira semana de outubro e os juízes atuarão em duas frentes: uma em Salvador e outra no interior do Estado. Na capital, os trabalhos serão coordenados pela juíza Andremara dos Santos, no período de 5 de outubro a 13 de novembro.
A outra frente, coordenada pelo juiz Cláudio Daltro, vai se deslocar para as comarcas de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães (5 a 9/10), Paulo Afonso (13 a 16/10), Porto Seguro e Teixeira de Freitas (26 a 30/10), Ilhéus e Itabuna (3 a 6/11), Vitória da Conquista e Jequié (9 a 13/11).