O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia lança, no próximo dia 10 de março, um inédito projeto para a construção de um Judiciário cada vez mais democrático e eficiente: a Campanha de Gestão Participativa.
O objetivo é promover uma minuciosa análise dos serviços prestados pelo Tribunal de Justiça, a partir de uma ampla pesquisa que será realizada junto a advogados, defensores públicos, membros do Ministério Público, magistrados, servidores e pessoas que são ou já foram partes em processos judiciais.
A coleta de dados será realizada por meio de um hot site, no qual os participantes terão acesso a um formulário com perguntas que vão desde o atendimento em cartórios, passando pelo número de servidores e magistrados, às questões sobre a celeridade dos processos. A pesquisa será realizada entre os dias 10 de março e 6 de abril de 2014.
Todas as informações irão subsidiar a elaboração do Plano Estratégico 2015-2020, fundamental para nortear as futuras administrações do Tribunal de Justiça.
Os resultados da pesquisa serão utilizados para estreitar a relação da Corte com a sociedade, compreender melhor suas necessidades e traçar iniciativas para tornar a Justiça cada vez mais proativa, célere, dinâmica e eficaz.
Parceiros
A Campanha de Gestão Participativa foi apresentada aos representantes do Ministério Público, Associação dos Magistrados da Bahia; OAB Seção Bahia e aos dois sindicatos dos servidores (Sinpojud e Sintaj), todos parceiros do Tribunal de Justiça na iniciativa.
Na avaliação da presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), juíza Marielza Brandão, a pesquisa vem ao encontro da magistratura do 1º grau, “pela possibilidade de manifestar seus anseios, mostrar suas dificuldades, de modo a ajudar o Tribunal a melhorar seus serviços, e ter uma justiça mais rápida”.
Também o representante do Ministério Público, procurador Geder Gomes, considerou de grande valor a instituição da campanha. “O MP tem total interesse e se coloca à disposição do Tribunal na divulgação, em seu site, na internet”. Igual apoio foi dado pelos representantes do Sinpojud e do Sintaj, que, igualmente, consideraram como “um primeiro passo para tornar a justiça da Bahia mais célere”.
Texto: Ascom TJBA