O Coral do Tribunal de Justiça da Bahia está completando 14 anos e, para comemorar o aniversário, fará apresentações no Átrio do Tribunal de Justiça, com a participação de corais de outras instituições, convidados.
A primeira exibição foi realizada nesta segunda-feira (09/05). Mais duas estão previstas para esta semana, nos dias 11 e 13 de maio, sempre às 13h. Servidores, ativos ou inativos, estagiários e convidados podem participar.
Na abertura da série, hoje, músicas do cancioneiro popular, a exemplo de Samarina, de Edson Gomes, e Esperando na Janela, de Targino Gondim. Os corais da Secretaria da Fazenda e da Conder também se apresentaram.
Pioneira
A formação atual do coral é de 1997. “Ele já existia antes mas, por falta de incentivo, acabou. Como eu gostava muito, decidi passar de sala em sala convidando os servidores”, lembra a aposentada Maria da Mata, uma das pioneiras do grupo. “Trabalhei durante 37 anos no Tribunal e nunca tive tantos contatos com colegas como naquela época. O coral aproxima as pessoas”, afirma.
Para Lúcia Maria Almeida, escrevente de cartório, um “carisma diferente” explica a força do coral. “Eu já tentei participar de grupos em outros lugares, mas nenhum foi tão acolhedor e receptivo quanto é o nosso”, diz.
“Ele foi criado para levantar a autoestima dos funcionários”, acrescenta Elisabeth Ribeiro, analista judiciária.
Em 2009, por ocasião dos festejos comemorativos dos 400 anos do Tribunal de Justiça da Bahia, o coral se apresentou para a então ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, atual presidente da República.
Lúcia Maria Almeida, que também organiza a série de apresentações, informa que, no dia 13, o coral fará uma homenagem à Abolição da Escravatura com a música Banzo e Maracatu.
Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinava a Lei Áurea, acabando com a escravidão no Brasil. Em 2011, a abolição completa 123 anos.
Texto: Fernanda Magalhães / Foto: Ascom TJBA