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Os módulos com exposição e debate sobre a administração judiciária com foco na gestão de pessoas e o uso da mediação e conciliação como métodos alternativos de resolução de conflitos encerraram as atividades da primeira fase do curso de vitaliciamento de juízes nesta sexta-feira (4).
O Coral do Tribunal de Justiça também se apresentou, criando um momento de descontração entre os participantes.
Voltado para juízes aprovados no concurso de 2013, o curso aconteceu de 30 de novembro a 4 de dezembro, para um grupo de 50 magistrados. Uma nova etapa será realizada com aulas a distância, a partir do mês de fevereiro.
De 11 a 15 de janeiro uma segunda turma, com 37 juízes substitutos, também fará esta capacitação para o vitaliciamento. O curso acontece no auditório do Fórum Regional do Imbuí.
Nesta sexta (4), as juízas formadoras Cristiane Menezes Barreto, Rita de Cássia Ramos de Carvalho e Ana Conceição Barbuda foram as responsáveis por abordar a administração judiciária com foco na gestão de pessoas, durante o turno da manhã.
Os juízes Moacir Reis Fernandes Filho, Carla Carneiro Ceará e Rita de Cássia Ramos de Carvalho falaram sobre mediação e conciliação. Os métodos alternativos de resolução de conflitos coadunam com o novo Código de Processo Civil, que entra em vigor em março de 2016.
A carga horária presencial do curso para o vitaliciamento possibilitou a discussão e a análise sobre temas técnico-jurídicos atuais para os magistrados. Entre as discussões, questões polêmicas da infância e juventude; efetividade do processo penal; impacto econômico e social das decisões judiciais; métodos alternativos de resolução de conflitos; combate à corrupção, improbidade administrativa e colaboração premiada; demandas repetitivas e grandes litigantes; e administração judiciária com foco em gestão em pessoas.
As discussões sobre as temáticas, apresentadas de forma teórico-práticas, buscam fortalecer as competências para o exercício da magistratura.
A capacitação, obrigatória para vitaliciamento dos magistrados, é uma iniciativa da Presidência do Tribunal de Justiça, por meio da Universidade Corporativa (Unicorp), a Corregedoria-Geral da Justiça e a Corregedoria das Comarcas do Interior.
Texto Ascom TJBA / Fotos: Nei Pinto