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O Encontro Regional do Judiciário foi encerrado há pouco pela presidente do TJ-BA, desembargadora Sílvia Zarif, com a divulgação do documento final dos trabalhos, iniciados às 8:30h. O documento tem por principais recomendações a disseminação entre todos os Tribunais das boas práticas de gestão, entre elas o acesso das camadas menos favorecidas à Justiça, citando o exemplo baiano dos Balcões de Justiça e Cidadania, dos Núcleos de Conciliação e da capacitação continuada de servidores e magistrados.
A Carta do Encontro Regional do Judiciário, que será levada ao Encontro Nacional, dia 16 de fevereiro, em Belo Horizonte, listou ainda as inovações tecnológicas e a certificação digital, a segurança da informação e a boa gestão orçamentária como os melhores itens apresentados pelos presidentes e assessores dos Tribunais de Justiça, Eleitorais e do Trabalho de Bahia, Sergipe e Paraíba durante as discussões.
Da Bahia, foram enumeradas as experiências com o Núcleo de Conciliação de Precatórios, que será recomendada aos demais tribunais, a implantação do plano de cargos e salários dos servidores e a implementação da comunicação interna e externa. De Sergipe e da Paraíba, os destaques na carta ficaram por conta da tecnologia da informação, em alguns casos com varas totalmente digitalizadas.
O conselheiro do CNJ Mairan Maia considerou o encontro muito proveitoso, “pois foram feitas propostas efetivas, que podem ser compartilhadas entre os Tribunais, e apresentações objetivas, nas quais se verifica uma preocupação comum quanto à gestão e ao planejamento, bem como em relação à aplicação dos recursos materiais e humanos disponíveis”. Para ele, as explanações demonstraram que não há mais lugar para amadorismo na administração do Judiciário. Especificamente em relação ao TJ da Bahia, o conselheiro destacou a forma transparente com que a Mesa Diretora vem conduzindo as ações.
Participaram do encontro os conselheiros Altino Pedroso e Mairan Maia, que dirigiu os trabalhos, o 2º vice-presidente do TJ-BA, desembargador Jerônimo dos Santos, a corregedora-geral da Justiça, desembargadora Telma Britto, a corregedora das Comarcas do Interior, desembargadora Maria José Sales Pereira, as desembargadoras Sara Silva de Brito e Maria da Purificação, além de cerca de 50 presidentes, vice-presidentes e assessores dos Tribunais, presidentes e dirigentes de associações de magistrados.