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Quem passa pela Praça de Serviços e pelo Átrio do Tribunal de Justiça já pode observar as peças de uma exposição coletiva, que vai até a próxima sexta-feira, com os artistas plásticos Izabel Cruz, Thamara Dantas, Cézar Nunes, Lon Artes, Iza Portugal e Jo Dantas.
Fazem parte da mostra mandalas feitas de materiais recicláveis (principalmente garrafas pet), cerâmicas tribais, caixas estilizadas, quadros com temáticas africanas, bonecas de tecido e biscuit.
Thamara Dantas, responsável pelas caixas decoradas, revela que as peças mais elaboradas consomem cerca de três dias para produção. Tintas, verniz, betume e pedraria são elementos utilizados para a confecção dos produtos com diferentes inspirações, entre eles a cultura indiana.
Ela conta que o artesanato virou profissão há um ano e destaca a importância do espaço aberto pelo TJ para expor o trabalho. Tudo começou como terapia para aliviar o estresse da antiga profissão no setor de telecomunicações, na qual atuou por nove anos. “O dia em que não souber mais o que fazer, comece a fazer arte. Poderá não saber fazer bem, mas saberá o bem que faz”, declara.