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Integrar traz melhorias para Juizado da Unijorge

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As boas práticas de gestão implantadas pelo Programa Integrar, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para a modernização de rotinas nos trabalhos desenvolvidos no Estado, com vistas à melhoria no atendimento ao cidadão, já podem ser  percebidas no Juizado Modelo Especial Cível/ Extensão Unijorge.

Em menos de 15 dias de atuação, em parceria com o Tribunal de Justiça da Bahia, o Juizado da Unijorge juntou cerca de sete mil petições, arquivou  mais de mil processos paralisados e outros 9,5 mil levados, provisoriamente, para o arquivo geral.

“Houve uma reorganização do espaço físico, com a instalação de oito estações de trabalho, com novos computadores”, complementou o juiz Rilton Góes Ribeiro. Ele destacou que essas práticas geraram substancial melhoria na prestação jurisdicional, citando entre elas das caixas com processos, colocação de mesas, melhoria na ventilação e na iluminação, agradando os servidores.

Ele informou que todos os processos foram movimentados, criando um ambiente de trabalho mais saudável e confortável. “Isso afeta positivamente na produtividade, sem contar que, expondo todos os processos em prateleiras, antes guardados em caixas, temos a perfeita ideia do que deve ser atacado com maior prioridade”, disse o juiz.

Para o juiz Oséias Costa de Souza, que também atua no Juizado da Unijorge, a implantação do Programa Integrar na Bahia foi positiva. “Não só pelos bons resultados obtidos, mas por mostrar que, assim como a Bahia pode ter o CNJ como parceiro, este também pode levar para Brasília a justa impressão de magistrados e serventuários dedicados e operosos”, disse.

A analista judiciária Julianna Castellani, subsecretária da unidade, tem a mesma impressão. “Podemos perceber que o Programa Integrar e seus integrantes vieram realmente para contribuir e que, nesse ritmo, em menos de um mês teremos todas as petições juntadas”.

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