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A partir do mês de novembro a Comissão Ambiental do Judiciário dá início ao programa de coleta seletiva de papel, com a distribuição de duas mil lixeiras a todas as unidades do Tribunal e do Ipraj e a realização de campanhas educativas para o bom uso do papel. A expectativa é do recolhimento de cerca de 60% do papel em condição de reciclagem.
Estudos da Comissão apresentados durante a reunião revelam que em todo o Judiciário são consumidas anualmente 60 mil resmas (uma resma tem 500 folhas) de papel do tipo A4, utilizado nas impressoras e o mais consumido.
Para reduzir o impacto ambiental gerado por esse padrão de consumo, a Comissão acredita que deve trabalhar com os três R´s da sustentabilidade: Reutilizar, Reciclar e Reduzir. Esta decisão foi um dos principais pontos da reunião realizada na manhã de hoje pela Comissão Ambiental do Judiciário, presidida pelo juiz Augusto de Lima Bispo.
A pauta abordou também a contratação de uma empresa para fazer o descarte e destinação das lâmpadas fluorescentes; a expansão do Programa Ambiente Legal para a Comarca de Itaberaba que poderá ser unidade piloto no interior do Estado e a formalização de parcerias voltadas para a eficientização de água e energia com a Coelba e a Embasa.
A próxima reunião da Comissão será no dia 27 de outubro.