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Programa Integrar inicia trabalhos no TJ

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Os técnicos do Programa Integrar do CNJ, Adriano Leal,  Andréa Ferraz Schirmer e Maria Nice Fonseca estão reunidos com a presidente do TJ, desembargadora Silvia Zarif, e a corregedora das Comarcas do Interior, desembargadora Maria José Sales Pereira, para definir os primeiros detalhes para a implantação do programa na Bahia.

Na primeira etapa do projeto as técnicas Andréa Ferraz Schirmer e Maria Nice Fonseca visitarão até sexta-feira diversos setores do TJ para coletar informações, sobretudo nas áreas administrativas.

Segundo Adriano Leal, ex-diretor de Modernização Judiciária do TJ de Sergipe, inicialmente o objetivo é obter o conhecimento mais amplo possível sobre o funcionamento do TJ, antes de decidir as novas práticas que devem ser adotadas. Após a coleta de dados, informações adicionais solicitadas serão enviadas pela Presidência e pelo Ipraj.

O Programa Integrar, de iniciativa da Presidência do CNJ, tem o objetivo de espalhar as boas práticas verificadas entre os tribunais estaduais para nivelá-los entre si e melhorar a prestação jurisdicional. Desde março, os técnicos que compõem a equipe nacional do projeto percorreram os TJs do Piauí, Maranhão Goiás e Alagoas.

O trabalho objetiva modernizar as áreas de infraestrutura e tecnologia da informação, processos de trabalho, pessoas e comunicação e informação, todas elas integradas entre si.

O método de trabalho foi criado a partir do catálogo das boas práticas dos diversos tribunais estaduais feito pelo CNJ, e parte dos princípios e modos de organização e funcionamento dos diversos setores do Judiciário para avaliar o que pode ser melhorado.

Segundo Adriano Leal, trata-se de um trabalho flexível, de discussão e cooperação mútua entre o TJ e o CNJ, sendo necessário que se leve em conta as circunstâncias e os hábitos do Estado atendido.

Os técnicos sugeriram que seja formado um grupo local de multiplicadores para que as ações do projeto, que inicialmente serão implantadas na Comarca de Salvador, possam atingir todo o Estado. A execução dura de 45 a 60 dias, mas após o encerramento os trabalhos continuam a partir de um planejamento de ações estabelecido.

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