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As prioridades do Sistema Projudi, programa que pode ser utilizado pela Internet e que permite a substituição do papel por autos processuais digitais, foram discutidas em reunião convocada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pouco antes da abertura (foto) do 25º Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje), em São Luís (MA), disse a juíza corregedora Mariana Teixeira, coordenadora do Juizados Especiais, que participa do encontro.
A juíza afirmou que a Bahia é um dos Estados que mais colaboram com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no desenvolvimento de ferramentas que proporcionem melhorias no sistema e que o Tribunal de Justiça “é uma espécie de fábrica de software, pelas muitas soluções encontradas e que já foram incorporadas ao Sistema Projudi”.
O Fonaje reúne juízes dos Juizados Especiais e Turmas Recursais de todos os Estados com o propósito de uniformizar procedimentos e estudar projetos legislativos que promovam o Sistema de Juizados Especiais.
A Bahia tem também participando do encontro os juízes Alerson do Carmo Mendonça (Barreiras) e José Francisco Oliveira (Itabuna). Na avaliação da juíza Mariana Teixeira, o tema que permeia o Fonaje é a gestão dos Juizados Especiais e “esta gestão é o grande desafio do Poder Judiciário”.
As atividades desta manhã, penúltimo dia do 35º Fórum Nacional de Juizados Especiais, começou às 9 horas, com a palestra “Advocacia e Juizados” , proferida pelo ministro José Antonio Dias Toffoli, advogado-geral da União.
A segunda palestra será sobre “Administração e Planejamento nos Juizados”, a ser proferida pela juíza Sonia Maria do Amaral Fernandes Ribeiro.
A programação de hoje tem, ainda, palestra sobre “Ações Coletivas e Juizados”, com o secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Álvaro Luís de Araújo Ciarlini.