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O desembargador Mario Alberto Hirs, presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA), foi condecorado com a Medalha do Mérito Policial-Militar nesta segunda-feira (23/4), na Vila Militar do Bonfim, em Salvador.
Também foram honrados os desembargadores Gesivaldo Nascimento Britto e Jefferson Alves de Assis, condecorados com a Medalha do Mérito Policial-Militar e com a Medalha Mérito Marechal Argolo – Visconde de Itaparica, respectivamente.
As homenagens aos magistrados baianos ocorreram na manhã desta segunda, e fizeram parte da solenidade que comemora os 187 anos da Polícia Militar da Bahia (PMBA).
Na cerimônia, que homenageou o patrono da corporação, o alferes José Joaquim da Silva Xavier, Tiradentes, o governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner, condecorou autoridades, personalidades e instituições que contribuíram para o progresso da corporação.
Para o presidente Mario Alberto Hirs, a homenagem se estende a todo o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia: “É uma grande honra receber essa comendação. Ela mostra que o Tribunal está exercendo seu papel na sociedade, pois não sou eu apenas que recebo a homenagem, é o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia”, declarou o presidente.
O desembargador Gesivaldo Nascimento Britto, por sua vez, relembrou seus tempos de capitania na Polícia Militar baiana após receber a condecoração: “Eu recebo essa medalha com muita alegria e emoção. Essa honra me fez reviver meus tempos de capitão da PM, uma corporação da qual fiz parte por 15 anos”, afirmou o magistrado.
Já o desembargador Jefferson Alves de Assis, condecorado com a Medalha Marechal Argolo, destacou a importância do militar que confere o nome à medalha.
“Me sinto honrado em ser agraciado com uma medalha em homenagem a um homem que se destacou pela sua bravura na defesa do Brasil e da Bahia na Guerra do Paraguai”, disse o magistrado.
O desembargador ainda relembrou a famosa frase do 1º Visconde de Itaparica, dita ao Duque de Caxias sobre a viabilidade de uma empreitada: “Marechal! Se for possível, está feita! Se for impossível, vamos fazê-la”!
Segundo o magistrado, a notória frase exemplifica o espírito do soldado e do homem brasileiro.
Texto e Fotos: Ascom