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Servidores do Judiciário que sofrem de enxaqueca, depressão, estresse, ansiedade, insônia, dores musculares e problemas circulatórios podem amenizar ou até mesmo curar esses males utilizando o serviço de terapia alternativa oferecido às segundas e sextas-feiras no Posto Médico do Tribunal de Justiça.
Segundo a especialista responsável, Hilamari Rosário (foto), cerca de 800 pessoas já foram atendidas desde que o serviço foi criado, há quatro anos, e a procura é intensa, com uma média de 60 pessoas na fila de espera.
Como exemplo, Hilamari citou o caso de uma servidora que, há anos, sofria de enxaqueca, utilizando sem sucesso tratamentos da medicina convencional. “Após algumas sessões conosco, a doença desapareceu da sua vida, mesmo sem tomar nenhuma medicação”, conta, com orgulho.
De acordo com a terapeuta, as técnicas utilizadas são milenares, foram desenvolvidas na China e, a cada dia, têm conquistado respeito em todo o mundo. Prova disso, acrescenta ela, foi a inclusão da acupuntura na lista de tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
As terapias alternativas disponibilizadas no Posto Médico do TJ são a cromoterapia (utilização das cores nos pontos energéticos do corpo), moxaterapia (aquecimento desses pontos através de charutos feitos da folha de artemísia), reflexologia (massagem com óleo nos pontos de reflexo dos pés), drenagem linfática (massagem corporal que elimina as toxinas do corpo, ajudando a diminuir a retenção de líquido) e auriculoterapia (acupuntura na orelha).
“A depender do caso, utilizamos uma ou mais técnicas associadas, sempre trabalhando o organismo como um topo: corpo, mente e espírito”, explica Hilamari Rosário.