O Tribunal do Júri da Comarca de Mundo Novo reuniu-se pela segunda vez este ano, sob a presidência do juiz Antônio Oliveira Libonati, e condenou Orivaldo Alves Santana, acusado pela morte da esposa, a cinco anos e cinco meses de reclusão em regime semi-aberto, tendo sido afastadas as qualificadoras e acatada a tese de homicídio privilegiado, com pena agravada.
Na acusação atuaram o promotor de Justiça José Carlos Rosa de Freitas e o advogado Vilobaldo José Landim e, na defesa, os advogados João Ramílton Santos Requião, Eduardo Ramilton Santos Requião e Hildemário Santos Rios.
Já na Comarca de Itambé, o juiz Wander Cleuber Oliveira Lopes presidiu a sessão de julgamento de Missiara Silva Santos e Missiely Silva Santos, também acusadas de homicídio qualificado.
O júri condenou, por maioria dos votos, Missiara Silva Santos a sete anos de reclusão em regime semi-aberto, na Penitenciária de Jequié, e absolveu Missiely Silva Santos, também por maioria dos votos, por ter tido uma participação de menor importância.
Participaram da sessão o promotor de Justiça Antônio José Gomes, na acusação, e os advogados José Carlos Cruz de Oliveira Filho e Natanael Oliveira do Carmo, na defesa.