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TJ firma parceria e cria mais uma unidade da Casa de Justiça e Cidadania

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O Tribunal de Justiça firmou nesta terça-feira (10/05) convênio com a Fundação Lar Harmonia para a criação de mais uma Casa de Justiça e Cidadania em Salvador.

A Casa vai atender à população em um espaço dentro do Lar Harmonia, em Patamares. O Tribunal de Justiça será responsável pela estruturação física do local.

O termo que formalizou a parceria, assinado pela presidente Telma Britto e pela advogada Cristiane Silveira, presidente da Fundação, tem a vigência de 48 meses.

A unidade do Balcão de Justiça e Cidadania, instalada em Piatã, já em parceria com o Lar, será transferida para a Casa de Justiça e Cidadania, que também terá os serviços do Ministério Público.

Novas parcerias serão firmadas até o início das atividades da Casa, previsto para meados de agosto.

Ainda de acordo com o convênio, as equipes de assistentes sociais e de psicólogos que trabalham nos núcleos de Promoção Social e Psicologia mantidos pela Fundação Lar Harmonia, serão colocadas à disposição pela para atuarem no Serviço de Apoio e Orientação Familiar (SAOF) do Tribunal de Justiça.

O SAOF reúne atividades de apoio técnico especializado, nas áreas de psicologia e serviço social, às Varas de Família, ao Núcleo de Conciliação de Primeiro Grau e às Varas da Infância e da Juventude, dos feitos Relativos aos Crimes contra a Criança e Adolescente e de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

“Essa parceria com o Tribunal de Justiça vem casar com o trabalho desenvolvido pela Fundação desde 1995”, afirmou Cristiane Silveira.

Um dos serviços prestados pelo Lar Harmonia, com grande procura da população, é o Núcleo Jurídico e de Cidadania.

Estudantes de Direito, advogados e magistrados, de forma voluntária, atendem moradores de Patamares e bairros próximos, prestando orientação em questões cíveis, criminais e outros ramos do Direito. Cerca de 1,6 mil pessoas são atendidas por mês, em média,

“Com essa nova parceria, o Tribunal de Justiça vai agregar mais questões de cidadania à Fundação. É uma ação voltada para o social”, afirma a desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, que também realiza serviços voluntários na Fundação.

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