Advogados e estudantes de Direito de instituições de ensino superior parceiras do Balcão de Justiça e Cidadania (BJC) do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) finalizaram, nesta segunda-feira (26/08), a capacitação para atuar nas unidades do BJC na capital e no interior. O treinamento contou com a participação de 30 alunos.
Com carga horária de 12 horas, a capacitação, que visa preparar os alunos para atuar como estagiários, voluntários ou contratados nas unidades do BJC, foi dividida em duas etapas. A primeira foi realizada no dia 16/08 e trabalhou assuntos relacionados aos procedimentos jurídicos.
Já na segunda etapa, os alunos tiveram aulas teóricas sobre Noções de Mediação e Conciliação, atendimento ao público, além de aulas práticas com simulações de casos a serem solucionados pelos alunos. O treinamento foi ministrado pelas supervisoras de unidades do Balcão de Justiça e Cidadania de Salvador, Patrícia Alves, Larissa Nou e Claudicéia Costa e também pelo servidor da Assessoria Especial da Presidência, Silvio Maia. Todos os palestrantes realizaram o treinamento de Conciliação e Mediação promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Para Silvio Maia a capacitação busca proporcionar aos alunos um ambiente próximo aos dos balcões para que eles se familiarizem com as situações. “O treinamento é uma capacitação básica e visa inserir inicialmente nesses estudantes a segurança e maturidade necessária para conduzir os processos”, afirmou o servidor. Já a aluna Maria das Graças Leal destacou a importância do projeto para o Poder Judiciário. “A partir desse projeto, temos a oportunidade de diminuir a demanda do judiciário com acordos e conciliações”, considerou.
Os participantes receberão certificado e irão atuar, inicialmente, em conjunto com outros conciliadores das unidades até que estejam totalmente aptos a atuar individualmente.
O Balcão de Justiça e Cidadania do TJBA conta com 47 unidades instaladas no interior e 39 em Salvador e oferece serviços gratuitos de mediação e orientação jurídica à população economicamente menos favorecida.
Textoe e foto: Agência TJBA de Notícias