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Ministra Eliana Calmon toma posse no CNJ e anuncia novos projetos

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A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Telma Britto, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Jerônimo dos Santos, e os desembargadores Carlos Cintra e José Olegário Monção Caldas participaram ontem à tarde da posse da ministra Eliana Calmon no cargo de corregedora Nacional de Justiça.

A solenidade aconteceu no plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, e foi dirigida pelo presidente do CNJ  e do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso.

Ao ser empossada, a ministra Eliana Calmon anunciou duas novas ações da Corregedoria. Uma delas é o projeto “Justiça em Dia”, que terá como objetivo  impulsionar o julgamento de processos paralisados. A outra proposta visa ao acompanhamento e monitoramento de demandas de grande repercussão na sociedade.

Segundo a nova Corregedora Nacional de Justiça, o projeto Justiça em Dia será implantado primeiramente nos Tribunais Regionais Federais, em parceria com o Conselho da Justiça Federal e a Associação dos Juízes Federais.

Depois, será estendido também à Justiça Estadual. Para auxiliar a agilização dos julgamentos, será oferecida assessoria individualizada de gestão de gabinete para os magistrados.

Além desses dois novos projetos, a ministra informou que também dará continuidade aos 10 projetos que já estão em andamento, da gestão anterior, capitaneada pelo ministro Gilson Dipp.

No que diz respeito à atividade correicional, a ministra afirmou em seu discurso de posse que será “implacável com a corrupção, prática deletéria necessitando ser banida com urgência do âmbito do Judiciário”.

Segundo o desembargador José Olegário Monção Caldas, a ministra Eliana Calmon é conhecida pelo dinamismo e capacidade de trabalho e poderá dar uma grande contribuição à aceleração dos processos no Judiciário. “Além disso, ela honra a Bahia com seu nome”, completou.

Nascida em Salvador, a ministra  Eliana Calmon formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia, em 1968, e foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira no STJ, onde está desde 1999. Ela iniciou a carreira na magistratura como juíza federal e, depois, integrou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Antes, havia sido procuradora da República.

Texto: Marcos Fontoura / Fotos: Luiz Silveira (CNJ)

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